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10 anos
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RITA LEE
Dia 11 de Setembro
(sábado)
Horário: às 21h00
Local: THEATRO PEDRO II
(rua Álvares Cabral, 370 – centro)
Informações: (16) 3977.8111

RITA LEE no show ETC...
“Para encurtar exemplos sobre o mesmo tema evitando estresse verbal usamos no final da frase “et cetera”, que no embalo de sua própria preguiça se auto-escreve “etc”. Atrevimento ainda maior é quando às 3 letrinhas são adicionados 3 pontinhos. Puro bocejo gaiato.
Se bobear os terráqueos conhecem o significado do código desde o tempo dos atlantes, e hoje eis que serve como inspiração para a meninada na escrita de seus dialetos virtuais. Oras, para que escrever com todas as letras se podemos usar apenas 3, afinal, economizar energia é preciso.
Se ainda não mataram a óbvia charada do por que a turnê 2010 se chamar “ETC...” aqui vão algumas respostas para perguntas que volta e meia me fazem quando dou entrevistas ou converso com um fã.
Há 45 anos trabalho com música; participei de algumas bandas; tenho trocentas composições; já fiz 1 bilhão setecentos e dezenove milhões e setenta mil shows; entre outros figurinos já me vesti de noiva, boba da corte, presidiária e Nossa Senhora Aparecida; há 33 anos sou casada com Roberto de Carvalho meu maior parceiro musical e pai dos meus 3 filhos.
Sim, o prazer de estar no palco depois de tanto tempo permanece tão intacto quanto a máscara dourada de Tutancâmon.
Não, o repertório dos meus shows nunca é fixo, me conheço o suficiente para saber que tiro e ponho música conforme dá na telha. Material não falta. Nessa turnê tenho minhas favoritas: “Vírus do Amor”, “Banho de espuma”, “Chega mais”, “Atlântida”, “ Orra meu”, “Insônia”.
Sim, tocar ao lado de marido e filho é legal e não, não rola briga de egos.
Sim, temos várias composições inéditas, mas ainda vamos garimpar para então começar a gravar. Não há data para lançamento, nem gravadora, nem pressão, nem ansiedade.
Não, no momento não penso em projetos alternativos, a agenda de shows me toma todo o tempo e saco. Apesar de que um projeto engraçado fora da música sempre me conquista.
Não, não tenho candidato para as próximas eleições, aliás, nem vou sair de casa dessa vez. Enquanto o voto for obrigatório nada vai mudar.
Falar sobre a turnê “ETC...” é chover no molhado, sou a miss simpatia que não tem muita idéia do que pode rolar na hora. Vá lá me ver e a gente vai se falando. Se não der talvez eu tenha outros 45 anos de estrada pela frente para continuar fazendo tudo diferentemente igual apesar, contudo, todavia, mas, porém, etc...

RITA LEE
Filha legítima do Tropicalismo, pioneira e eclética, foi a primeira artista brasileira a atingir a marca de 1 milhão de discos vendidos.
Rita está presente na trilha sonora da vida de nossas vidas, seja em seus trabalhos solo, nos grupos Mutantes, Tutti Frutti e em sua parceria musical e amorosa de 33 anos com Roberto de Carvalho.
Além dos inúmeros sucessos que compôs para ela mesma e registrou em seus 33 CD´s, teve músicas gravadas por João Gilberto, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Elis Regina, Gal Costa, Maria Bethânia, Milton Nascimento, Simone, Ney Matogrosso, Zizi Possi, Marisa Monte, Marina Lima, Ed Motta, Cássia Eller, Paula Toller, Henri Salvador, Frank Pourcel, Paul Mauriat, Gloria Stefan, Yael Levy, entre muitos outros.
Rita também apresentou programas em televisão e rádio, escreveu livros infantis e, surpreendente como sempre, ganhou o prêmio de “Melhor Ator” no Festival de Cinema em Gramado, em 1992, por seu papel como Raul Seixas no curta-metragem "Tanta Estrela Por Aí".
Recentemente, Rita Lee regravou a música "Ti ti ti", tema de abertura da próxima novela das sete da Rede Globo.


Preço Ingressos:

Platéia e Frisa R$ 160,00

Balcão Nobre R$ 140,00

Balcão Simples R$ 100,00

Galerias R$ 70,00
 
Theatro Pedro II » 11/09 » 21h00
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14 anos
DUDU NOBRE
Dia 12 de Setembro
(domingo)
Horário: a partir das 12h
Local: RANSHOW
(rodovia anhanguera, km 305 – Ribeirão Preto)
Acontece:

DUDU NOBRE: Roda de Samba Ao Vivo

Longe de mim a intenção de me passar como descobridor de talento, já que não foram poucas as minhas falsas previsões sobre o futuro de jovens em início de carreira. Mas não há como esconder que, desde que vi DUDU NOBRE pela primeira vez, tocando cavaquinho e cantando no conjunto de ZECA PAGODINHO, arrisquei um palpite: "Trata-se de um astro".
SERGIO CABRAL

Pontos de Venda:

Informações:

9201-4618

9183-8590

9286-2469


1º Lote de Pista Promocional

Informações
Área Vip com Reserva de Mesas: 9262-5592
 
Ranshow » 12/09 » a partir de 12h00
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10 anos
SOLEDA BARRIO E NOCHE FLAMENCA
Dia 23 de Setembro
(quinta-feira)
Horário: às 21h00
Local: THEATRO PEDRO II
(rua Álvares Cabral, 370 – centro)
Informações: (16) 3977.8111
Sinopse:

SOLEDA BARRIO E
NOCHE FLAMENCA


O FLAMENCO não é uma dança, é uma filosofia da alma, que expõe sentimentos como o da morte, da partida e da perda. Entretanto, permanece nem triste, nem depressivo. Os bailarinos, estranhas e assustadoras criaturas, são manipulados entre os panos do jogo: os homens, escuros e silenciosos, são presos no balanço insolente e sob o ondular agressivo das lindas mulheres. E juntos, eles sugerem vida, intimando as emanações espirituais de um inferno permanente. Os trens negros da morte estão vindo, e todos pulam e gritam de alegria.
David Blake (Al-Ahram Weekly), 06 de outubro de 2007

Desde abril, quando comecei a trabalhar aqui como chefe de crítica em dança, conheci diversas companhias de dança e outros muitos bailarinos independentes [...] Destes todos, nenhum me deu tamanho prazer em conhecer como Noche Flamenca e, sobre tudo, sua primeira bailarina, Soledad Barrio. Não consigo pensar em nenhum bailarino da atualidade tão maravilhoso quanto ela.
Alastair Macaulay, 17 de janeiro de 2010

Na apresentação que eu assisti no Lortel, a Barrio era a única bailarina mulher. A pergunta é, qual mulher poderia lhe dar inspiração? Na dança moderna, Isadora Duncan e Martha Graham. No ballet, talvez Nora Kaye, nos papéis que desempenhou em Tudor. Certamente ninguém que se possa ir assistir atualmente tem o poder de transformação da Barrio.
Tobi Tobias, Journal Artes

Sob a direção de Martín Santangelo, a premiada Noche Flamenca tornou-se companhia mais bem sucedida da Espanha. Formada em 1993 por Santangelo e sua esposa Soledad Barrio, a ganhadora do prêmio Bessie, a companhia realiza turnês regulares pelo mundo tudo. Entre suas apresentações de destaque podem-se incluir temporadas regulares em Nova Iorque e Buenos Aires, apresentações na Grécia e Egito, idas anuais à América do Norte, e turnês em 2002 e 2009 na Austrália.
Noche Flamenca é reconhecida como a companhia itinerante de flamenco mais autêntica da atualidade, é aclamada pelos críticos por apresentar performances transcendentes e profundamente emocionais. Santangelo teve sucesso ao levar ao palco a essência, a pureza e a integridade de uma das formas de arte mais complexa e misteriosa, sem usar truques ou artifícios. Todos os aspectos do flamenco – dança e música - estão bravamente interligados e equilibrados nas apresentações de Noche Flamenca, criando um verdadeiro espírito comum dentro da companhia - o coração e a alma do flamenco.
A companhia tem como missão educar e esclarecer o público sobre o flamenco e para isso, oferece programas de cursos extensivos que estão abertos para todas as idades. Noche Flamenca possui seus membros com sede na Espanha e é registrada como entidade sem fins lucrativos com sede e representação em Nova Iorque.
A integridade artística do Noche Flamenca foi reconhecida com os prêmios National Dance Project (2006), National Endowment for the Arts (2007 e 2008), e o prêmio Lucille Lortel de Melhor Esperiência Teatral (2003), entre outros.
O grupo procura criar um conjunto diversificado de performances teatrais através da música e da dança, apresentando uma forte preocupação com a estética e mostrando a magia do flamenco, ultrapassando as mais altas expectativas artísticas. A companhia se esforça para cativar seu público através de suas performances ao vivo e causar os sentimentos de paixão e emoção que estão presentes no flamenco.
Através de seus programas educacionais, a companhia pretende educar e esclarecer as pessoas de todas as idades, raças e classes sociais sobre a forma autêntica de flamenco. Martin Santangelo, Barrios Soledad, Ogalla Juan, Rosendo Miguel, Manuel Gago, Antonio Rodriguez, Eugenio Iglesias y Salva de Maria.


Martín Santangelo (Diretor Artístico) foi o fundador de Noche Flamenca. Estudou com Ciro, Paco Romero, El Guito, Manolete e Alejandro Granados. Se apresentou por toda Espanha, no Japão e nas Américas do Norte e do Sul, se apresentando no Teatro Flamenco de Maria Benitez, o Lincoln Center Festival of the Arts e Paco Romero's Ballet Espanol. Ele também se apresentou com Julie Taymor's Juan Darien no Lincoln Center. Ele participou como coreógrafo e bailarino do espetáculo Eduardo Machado's Deep Song, dirigido por Lynne Taylor-Corbett. Coreografou uma montagem de Romeu e Julieta no Teatro Denver Center. Na Espanha e em Buenos Aires dirigiu e coreografou espetáculos como Bodas de Sangue, The Lower Depths, La Celestina, A Streetcar Named Desire, entre muitos outros. Ele participou da formação de inúmeros artistas e em especial, da formação da sua esposa, Soledad Barrio e das suas duas filhas, Gabriela e Stella.

Soledad Barrio (Bailarina) nasceu em Madrid. Já se apresentou como solista ao lado de Manuela Vargas, Blanca del Rey, Luisillo, El Guito, Manolete, Cristobal Reyes, El Toleo, Ballet Espanol de Paco Romero, Festival Flamenco além de muitas outras companhias. Se apresentou por toda a Europa, Japão e Américas do Norte e do Sul, com artistas como Alejandro Granados, Isabel Bayón, Jesus Torres, Miguel Perez, Belen Maya, Manolo Marin, Javier Barón, Merce Esmeralda, Rafael Campallo, e Belen Maya. Barrio já recebeu prêmios de mais de 12 países que reconheceram sua excelência na dança. Recentemente recebeu o prêmio Bessie de “Outstanding Creative Achievement”. Foi uma das fundadoras da Noche Flamenca com o marido Martín Santangelo.

Juan Ogalla (Bailarino) nasceu em Cadiz. Começou a trabalhar como bailarino profissional aos quinze anos. Fez parte da companhia Manuel Morao e foi o primeiro bailarino das companhias Cristina Hoyos, Manuela Carrasco, Companhia de Maria Pages, entre outras. Participou dos seguintes festivais: Festival Internacional de Mont-de-Marsan, Festival de Musica y Danza de Granada, Festival de Flamenco de Mahon, e Festival Querencias en Ceret. Juan tem se apresentado em todos os tablados da Espanha, como Casa Patas, El Arenal, Los Gallos, bem como vários teatros na Europa, Japão e E.U.A. como solista. Juan é um dos bailarinos revelação da sua geração.

Manuel Gago (Cantor) nasceu em Cádiz em uma família de cantores de flamenco, e começou a cantar aos cinco anos de idade. Aos quatorze anos já estava cantando em importantes festivais de flamenco ao lado de renomados cantores como Juan Villar, Charo Lobato e Rancapino. Mais tarde, começou a cantar para bailarinos, incluindo Joaquin Cortez, Varas Sara, Rafaela Carrasco, Belen Maya, El Guito, Manolete, Javier Baron e Cristobal Reyes. Manuel já viajou o mundo cantando pela Europa, Ásia, América do Sul e Estados Unidos. Gago faz parte da companhia Noche Flamenca há nove anos.
Antonio Jiménez (Bailarino) nasceu em 1974, em Osuna e cedo começou a bailar em festivais, feiras e peñas flamencas, na Andalucía. Sua formação não veio através de nenhuma escola, mas sim em companhia de cantores e bailarinos profissionais que lhe serviram como guía. Seu debut professional se produziu no tablado barcelonês El Cordobés, um dos mais respeitados de toda Espanha. Rodríguez dançou com o Ballet Nacional de España e dividiu o palco com Carmen Ledesma na Ópera Nacional de Tóquio. Também realizou coreografias para Yoko Komatsubara, e viajou muito como bailarino solista pela Itália, Alemanha, Holanda, Brasil, Japão, México e EUA. Segue bailando em tablados de Sevilla e Granada. Rodríguez está a seis anos com Noche Flamenca.
Miguel Rosendo (Cantor) começou sua carreira no mundo do flamenco em sua cidade natal, Cádiz, em lugares como a “Peña Juanito Villar”, “La Perla de Cádiz” e “Enrique el Mellizo”. Já viajou pelo Japão, França, Itália e América do Sul, entre outros lugares, com companhias e artistas destacados, como Javier Latorre, Javier Varón, Manuela Carrasco, Cristina Hoyos, Pastora Galván, Israel Galván e Antonio el Pipa. Trabalha com os artistas mais destacados do flamenco espanhol e está encantado de colaborar com Noche Flamenca.

Eugenio Iglesias (guitarrista) começou pequeno a tocar profissionalmente nos mais importantes tablados de Sevilla. Mais tarde começou fazer importantes turnês com grandes companhias e acompanhou diversos bailarinos, como Antonio Canales, Farruco, Farruquito, El Guito, La Tona, Javier Baron, Sara Varas, Manuela Carrasco, Israel Galvan, Mario Maya, e Angelita Vargas. Ele também acompanhou alguns dos maiores cantores de flamenco da Espanha, incluindo Lole Montoya, La Negra, Chiquetete, Susi La, Carmen Montoya, Juan Villar e El Potito, entre outros. Faz parte da companhia Noche Flamenca há quatro anos.

Salva De Maria (guitarrista) é o neto do lendário cantor Antonio "La Chaqueta". Começou com o Ballet Español de Maria Rosa, onde acompanhou cantores como Carmen Linares, José Merce, Soto Vicente, Chaqueton e outros. Ele já trabalhou com Maite Martin, La Chana, Guinesa Ortega e Carmen Cortes. Desde 2001, já trabalhou com o guitarrista Chicuelo, Miguel Poveda, "La Susi", Maite Martin, Israel Galván, Javier Latorre e "Duquende". Faz parte da companhia Noche Flamenca há dois anos.

Diretor Artístico – Martín Santangelo
Artistas convidados – Antonio Jiménez e Juan Ogalla
Cantores – Manuel Gago e Miguel Rosendo
Guitarristas – Salva de Maria e Eugenio Iglesias
Coreografias – Martín Santángelo e Companhia
Música Original – Eugenio Iglesias e Salva de Maria
Arranjos Vocais – Manuel Gago e Miguel Rosendo
Luzes: Bem Farrar e Ryan Bauer


Programa
“CAMINO AL SUR”

A Nuestro Son
Companhia – Coreografia Martin Santangelo

Solo de Guitarra
Eugenio Iglesias & Salva de María

Solea por Bulerías
Antonio Jiménez - Coreografia Antonio Jiménez

Alegrías
Juan Ogalla – Coreografia Juan Ogalla

Refugiados
A Companhia
Refugiados é inspirado na literatura e poesia das crianças refugiadas identificados pela Comissão de refugiados das Nações Unidas, que trabalha com seus colaboradores para a proteção destas inocentes mulheres e crianças e para prover assistência em emergências como água, casa comida e saúde.

Solea
Soledad Barrio- Coreografía Soledad Barrio

Esta Noche No Es Mi Día
La Campania
É um tributo a Antonio Visarriaga, que trabalhou con a Companhía e que sempre recordaremos



Preço Ingressos:

R$ 100,00 Platéia e Frisa

R$ 80,00 Balcão Nobre

R$ 60,00 Balcão Simples

R$ 40,00 Galerias
 
Theatro Pedro II » 23/09 » 21h00
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10 anos
NEY MATOGROSSO - EM BEIJO BANDIDO
Dia 25 de setembro
(sábado)
Horário: às 21h00
Local: THEATRO PEDRO II
(Rua Álvares Cabral, 370 – centro)
Informações: (16) 3977.8111
Acontece:


NEY MATOGROSSO no show BEIJO BANDIDO

Depois do álbum e do show Inclassificáveis, aclamado pelo público e pela crítica especializada, NEY MATOGROSSO retorna com um novo trabalho, BEIJO BANDIDO, que estará apresentando no palco do Theatro Pedro II.
Com direção musical e arranjos de Leandro Braga, “Beijo Bandido” mergulha em uma atmosfera de recital, quase camerística, quase um contraponto a sonoridade roqueira do projeto anterior.

O título, inspirado na letra de “Invento” (Vitor Ramil), dá o tom das intenções de Ney ao realizar um projeto no qual a criteriosa seleção de repertório é sublinhada por sua reconhecida excelência vocal como intérprete. “Inicialmente, achei que seria um disco de músicas românticas - depois de pronto, me dei conta de que se trata de um álbum pop de canções brasileiras”, conta Ney.

A banda que o acompanha na temporada do reúne Leandro Braga (piano), Lui Coimbra (cello e violão), Alexandre Casado (violino e bandolim) e Felipe Roseno (percussão). O quarteto reedita no palco a sonoridade acústica presente nas 14 faixas do CD homônimo. Os figurinos do cantor são assinados mais uma vez por Ocimar Versolato.

Ney Matogrosso trouxe para Beijo Bandido músicas que já pensava em cantar: “Já queria ter gravado “Medo de Amar” (Vinícius de Moraes), mas achava que era uma música feminina – e não é”, pontua. O mesmo se deu com “Bicho de sete cabeças” (Geraldo Azevedo/Zé Ramalho/Renato Rocha). Já a música “Cor do desejo” foi entregue a Ney em Maceió, durante a turnê de Inclassificáveis, por um de seus autores, Junior Almeida.

No repertório estão ainda pérolas do cancioneiro, como “Tango para Teresa” (Evaldo Gouveia/Jair Amorim), sucesso de Ângela Maria; “De cigarro em cigarro” (Luiz Bonfá) e “Segredo” (Herivelto Martins/Marino Pinto), ambas registradas anteriormente, em diferentes concepções musicais. Já a parceria de Chico Buarque e Edu Lobo, “A Bela e a Fera” (da trilha do balé “O Grande Circo Místico”); e “Nada por mim”, balada de Herbert Vianna e Paula Toller, ganham novos contornos. Na linha da MPB pop, o cantor foi buscar “Mulher sem razão”, de Cazuza, Dé e Bebel Gilberto.

Completam o programa algumas canções que fizeram parte de roteiros de shows antigos ou foram gravadas em formações distintas da atual, como “As Ilhas” (Piazolla/Geraldo Carneiro) e “Doce de Coco” (Hermínio Bello de Carvalho), “Invento” (Vitor Ramil) e “À distância”, sucesso de Roberto Carlos e Erasmo Carlos.


Preços:


Platéia e Frisa: R$ 160,00

Balcão Nobre: R$ 140,00

Balcão Simples: R$ 100,00

Galerias: R$ 60,00
 
Theatro Pedro II » 25/09 » às 21h00
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16 anos
OS MELHORES DO MUNDO
Dia 2 e 3 de outubro
(sábado e domingo)
Horário: Sábado 21h30 – Domingo 18h
Local: THEATRO PEDRO II
(rua Álvares Cabral, 370 – centro)
Informações: (16) 3977.8111
Sinopse:

OS MELHORES DO MUNDO FUTEBOL CLUBE

Paixão. Nenhuma outra palavra traduz melhor o que o brasileiro sente nesta hora. Uma excitação sem limites, um sentimento que extrapola o indivíduo e explode no grito de milhares de pessoas eletrizadas com a emoção, a euforia e a intensidade de um estádio cheio de cores e vida.
Futebol. A verdadeira paixão nacional, assunto na boca de dez entre dez brasileiros. Qual é a química desse esporte que deixa pra trás a política, a novela, o automóvel e a vizinha? Que é audiência garantida e rende intermináveis polêmicas juvenis até nos mais sexagenários.
Humor. Assim, a Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo sente-se na obrigação de entrar em campo, descer do salto e fazer uma goleada à sua maneira. Numa série de quadros, Os Melhores do Mundo Futebol Clube vai visitar os tipos, as situações, as angústias e as glórias do mundo da bola. Um espetáculo que promete disparar o coração da torcida e desopilar o seu fígado. Os Melhores do Mundo tão na área. Derrubou é pênalti!
Futebol, como a chamamos, foi uma peça feita com carinho. Cada um escreveu um pouco e, juntos, fizemos o melhor: dar forma e humor a um tema tão envolvente. No meio de um ano turbilhonado por temporadas fora, a Cia. estreou Futebol em junho de 2002 – junto com a Copa Penta Campeã – no Teatro dos Bancários, em Brasília, mas ensaiou mesmo em São Paulo, Belo Horizonte, Goiânia...


Preço Ingressos:

R$ 70,00 platéia, frisa e balcão nobre

R$ 50,00 balcão simples e galerias

 
Theatro Pedro II » 02/10 03/10 » veja acima
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nd
SIMONE
Dia 9 de Outubro
(sábado)
Horário: às 21h00
Local: THEATRO PEDRO II
(Rua Álvares Cabral, 370 – centro)
Informações: (16) 3977.8111
Acontece:

SIMONE retoma a bem-sucedida turnê EM BOA COMPANHIA e lança DVD homônimo.

Desde a estreia, em setembro de 2009, o show EM BOA COMPANHIA arrebatou milhares de fãs em mais de dez capitais brasileiras e recebeu críticas calorosas em todas elas. Agora, um ano depois, Simone lança o DVD do espetáculo e retoma a turnê, aportando em cidades pelas quais ainda não havia passado. Depois de tantas apresentações e calibrado pela estrada, o espetáculo chega em plena forma a Ribeirão Preto, no dia 09 de outubro, no Theatro Pedro II.

Dirigido por José Possi Neto, EM BOA COMPANHIA é, antes de mais nada, um show de Simone. Não é qualquer intérprete que pode se orgulhar de possuir uma assinatura tão marcante, independente do que ele cante. Simone pode. E depois de quase quatro décadas de uma bem-sucedida carreira, isso se evidencia como nunca antes. O que torna possível num trabalho como esse, que contempla compositores de universos tão distintos, uma unidade da primeira à ultima músicas:

- Eu sempre falei e cantei o amor. Para o disco Na Veia, que deu origem a esta minha turnê, liguei para todos os compositores que me enviaram canções, ou até mesmo os encontrei, e disse: é um trabalho feliz, para cima, que fala do amor de todos os seus jeitos, formas e maneiras – Simone dá a pista.

O amor, um dos assuntos mais recorrentes na discografia da intérprete, também predomina neste show, mas sob um enfoque mais amplo: não coincidentemente, a mulher, o sujeito principal das canções aqui, expõe livremente seus desejos, seduz, põe fim à relação e também anseia por liberdade. Tanto as composições quanto a interpretação precisa e sutil conferem uma abordagem contemporânea e atual ao tema mais recorrente no cancioneiro do Brasil, como explica José Possi Neto:

- em Boa Companhia é pra cima, o show da paixão e do desejo. Ilustra bem o prazer de Simone em se relacionar com o público, afinal, ela é uma artista talhada para o palco e hoje está amadurecida, tem domínio total do seu ofício. E em termos de sonoridade, é o trabalho mais contemporâneo dela nos últimos 20 anos.

E essa paixão vem pelas mãos de compositores em sua maioria já gravados pela intérprete. Dividindo o roteiro com a cantora, Zé Possi dá a pista: “Simone sempre cantou muito bem, como poucas, temas de amor e sambas, portanto eles estão muito presentes no repertório. O restante são as belas canções, a maioria inédita, do último disco”.

O repertório desta segunda etapa da turnê mantém a ‘espinha dorsal’, as canções base do show original, mas traz várias novidades que se alternarão a cada dia. Simone ensaiou inúmeras músicas, inéditas no espetáculo, que ‘flutuarão’ entre uma apresentação e outra, conferindo frescor e dinamismo a um show desde sempre marcado pela interação calorosa entre cantora e público.

Desta forma, estarão presentes algumas músicas apresentadas no disco Na Veia, como Certas Noites (Adriana Calcanhotto/ Dé Palmeira), Migalhas (Erasmo Carlos), o blues Pagando pra Ver (Abel Silva/ Nonato Luis) e a homônima Na Veia, de Martinho da Vila, compositor a quem a ‘cigarra’ já dedicou um disco inteiro na década de 90. em Boa Companhia segue na cadência sincopada do samba com Paulinho da Viola em Ame (“esta canção é tudo que eu acho e acredito do amor”, contextualiza a cantora), e Agepê no sucesso de Deixa eu Te Amar, que aqui aparece completamente despido e renovado, e chega até a parecer um clássico de...Simone.

Completam o roteiro ‘oficial’ do show Certas Coisas– hit de Lulu Santos-, Perigosa (primeira incursão da cantora na composição de Rita Lee), Yves Brussel (Jorge Benjor), Nada por Mim (Paula Toller/ Herbert Vianna), além de canções do repertório da própria Simone que ela já não cantava há muito tempo, como Tô Que Tô (Kleiton e Kledir), Paixão (Kledir), Ai, Ai, Ai, Ai, Ai (Ivan Lins) e Face a Face (Sueli Costa/Cacaso), esta última do antológico álbum homônimo de 1977. Vale lembrar que, entre uma apresentação e outra, várias dessas músicas darão lugar às surpresas preparadas pela intérprete.

Em Boa Companhia atesta, após 36 anos de carreira, o gosto que a ‘cigarra’ tem de cantar, e o quanto este prazer permeia cada poro deste show, tornando-o, acima de tudo, um espetáculo de Simone.

Além da direção e de dividir o roteiro com Simone, José Possi Neto assina também a luz e a direção de arte do espetáculo. A cenografia, a cargo de Jean Pierre Tortil, se baseia em sobreposições de transparências e brilhos que conferem, no plano físico, a leveza que permeia o conceito deste show.
 
Theatro Pedro II » 09/10 » às 21h00
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Livre
ALMIR SATER E BANDA
Dia 6 de Novembro
(sábado)
Horário: às 23h00
Local: CASTELINHO (Franca)
O que rola:

ALMIR SATER E BANDA

MESAS - CAMAROTE VIP - PISTA

Preços são válidos até 30/09/10

R$ 300,00 (Mesas com 6 lugares)

Camarote vip: 30,00 (por pessoa)

Preço Pista:

R$ 40,00 (inteira)

R$ 20,00 (meia)


Pontos de Venda:

(16)-9124-2222 OU

PELO EMAIL (ivanmerlino@bol.com.br)

Realização: MMC Eventos
 
Franca » 06/11 » às 23h00
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DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO
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Ribeirão Preto » 30/11 » veja acima
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